Chegou a hora, galera. Call of Duty: Modern Warfare 4 foi liberado mundialmente nesta sexta e já está disponível pra todo mundo jogar. O lançamento saiu em PS5, Xbox Series X|S, PC e também Nintendo Switch 2, marcando o retorno da franquia a um console da Nintendo depois de mais de uma década. Quem já tinha garantido a versão digital nem precisou esperar até hoje: a campanha abriu em acesso antecipado no dia 16 de outubro e o DMZ liberou no dia 20.
No Brasil o preço sugerido fica a partir de R$ 299 na versão de PC e R$ 349 nos consoles, segundo informações que circularam nos dias que antecederam o lançamento.

Kill Block é o grande destaque do multiplayer
Se tem uma coisa que a Infinity Ward quer que você jogue hoje mesmo é o Kill Block. A ideia é simples de entender e difícil de dominar: é um mapa de multiplayer escondido dentro da West Bridge Advanced Military Training Facility que se reconfigura a cada partida, bagunçando rotas, linhas de visão e pontos de cobertura toda vez que você acha que decorou o layout. No modo oficial do Xbox Wire, o pessoal não economizou elogios e chamou o Kill Block de um dos mapas mais criativos e divertidos a chegar no multiplayer de Call of Duty em anos.
O funcionamento é modular: o cenário é montado a partir de blocos chamados Slabs, e boa parte das áreas é totalmente inédita, enquanto outras bebem da fonte de locais clássicos da história de Modern Warfare. No total são mais de 500 configurações possíveis já no lançamento, suportando tanto o Gunfight 3v3 tradicional quanto o novo modo Gunfight 10v10, com planos de expandir pra outros modos principais no futuro.
Fora o Kill Block, o pacote de multiplayer vem recheado. São 12 mapas inéditos pra partidas 6v6 no lançamento, três arenas enormes pra Guerra Terrestre com até 32 jogadores por lado, e mapas dedicados pro Gunfight clássico. O mítico Shipment, aquele caos de mapa pequeno que todo mundo ama ou odeia, entra na rotação separadamente no dia 27 de outubro, poucos dias depois da estreia.

DMZ já tem climão por causa de um perk
Enquanto o multiplayer é só elogio, o modo de extração DMZ já virou palco de bate-boca entre os jogadores. O motivo é o traço Possum, que permite ao operador se autorreanimar direto do estado de morte completa, uma vez por partida, voltando pro chão em último recurso como se tivesse fingido estar morto o tempo todo. Jogadores relataram cenas de matar um inimigo, dar as costas pra lutar contra outro grupo e logo depois levar tiro nas costas do cara que tinham acabado de eliminar.
O perk não é exatamente sem furo: a reanimação demora um tempinho e, depois dela, o personagem ainda precisa se levantar usando um torniquete, o que dá brecha pra quem estiver de olho acabar com o inimigo de vez antes dele voltar à luta. Mesmo assim, a repercussão foi forte o suficiente pra gerar pedidos de remoção do traço nas redes e em fóruns da comunidade, com gente chamando a mecânica de quebrada pra um modo que é, antes de tudo, um extraction shooter.
DMZ está em acesso antecipado há poucos dias, então dá pra esperar ajustes de balanceamento nas próximas atualizações. Mas por enquanto, se você cair numa partida e ver um corpo largado no chão, desconfie.



