2026 ainda não terminou, mas a galera indie já garantiu seu espaço na história. Mesmo com o GTA 6 chegando para engolir tudo no fim do ano, uma série de jogos independentes apareceu do nada — ou quase isso — e arrancou elogios de todo mundo que teve a sorte de jogar.
O que chama atenção nessa lista não é um estilo só. São sete experiências completamente diferentes, cada uma acertando forte no que propõe. E todas têm em comum o que a cena indie sabe fazer de melhor: criatividade com preço justo e sem enrolação.
Os sete que você precisa conhecer
Abrindo a lista, Mewgenics chegou em fevereiro e já estabeleceu o tom do ano. O jogo é assinado por Edmund McMillen — o mesmo cara por trás de The Binding of Isaac e Super Meat Boy — em parceria com Tyler Glaiel, de The End Is Nigh. É um RPG roguelite tático onde você recruta e customiza gatos dos mais variados tipos pra explorar mapas e enfrentar inimigos. Parece loucura, e é. Do jeito certo.
Slay the Spire II, da Mega Crit, deu sequência a um dos roguelikes de deck-building mais amados do PC. A nova versão traz cinco personagens jogáveis, cada um com baralhos iniciais próprios e formas bem distintas de montar sua estratégia. Quem é fã do original sabe que a Mega Crit não brinca em serviço.
Mina the Hollower, da Yacht Club Games — os mesmos da saga Shovel Knight —, é a grande surpresa retrô do ano. Você controla Mina, uma ratinha inventora e aventureira que pode se enterrar no chão pra escapar de inimigos e resolver quebra-cabeças. Combate ágil, bosses memoráveis e pixel art impecável. Quem cresceu com os action RPGs dos anos 90 vai sentir aquela nostalgia batendo fundo.
Mixtape é dos mais diferentes da lista. É um jogo de história interativa que virou assunto sem muito alarde, mas que está sendo apontado como um dos melhores no gênero nos últimos tempos. Aquele tipo de experiência que você não esperava e que fica na cabeça.
Meccha Chameleon viralizou nas redes e virou o assunto da comunidade indie por semanas. Ainda é cedo pra saber se vai envelhecer bem, mas o impacto foi inegável.
Big Walk e Denshattack!! completam o grupo com propostas igualmente autorais, mostrando que o espaço indie em 2026 não tem um tipo de jogo dominando — tem variedade de verdade.
Com tantos títulos fortes ainda frescos, a disputa pelo prêmio de Melhor Jogo Independente no fim do ano promete ser acirrada. Mewgenics e Mina the Hollower já aparecem como favoritos em vários rankings, mas a temporada ainda não acabou.



