Thaddeus Ross está de volta ao modo vilão total, e a Marvel não tá brincando. Em Avengers: Armageddon, o Hulk Vermelho passa por um upgrade gamma que o coloca num patamar que os Vingadores simplesmente não conseguem conter.
A transformação do Thunderbolt Ross em Red Hulk sempre carregou uma premissa poderosa: ao contrário de Bruce Banner, cuja raiva é quase incontrolável, Ross trouxe consigo décadas de ódio calculado e mente militar. Desde 2008, quando o personagem estreou nos quadrinhos, essa combinação prometia um monstro diferente de tudo que a Marvel já tinha feito com radiação gamma.
O problema é que, por quase vinte anos, esse potencial ficou represado. Ross passou mais tempo como anti-herói, Thunderbolt e até Vingador do que como antagonista de verdade. Mas o colapso do Doutor Destino mudou tudo. Com o poder de Destino no vácuo, a ambição de Ross voltou à tona e ele tomou a Latveria para si, acendendo o estopim de um conflito global.
O upgrade que muda o jogo
Em Avengers: Armageddon #4, o Red Hulk aparece numa forma que deixa qualquer versão anterior no chinelo. A atualização gamma amplifica a emissão de calor que sempre foi a principal diferença dele pro Hulk original, transformando Ross numa bomba andante que os heróis mal conseguem se aproximar.
A série de cinco edições escrita por Chip Zdarsky, com arte de Frank Alpizar e Delio Diaz, foi construída ao longo de meses dentro de Captain America e dos eventos de One World Under Doom. A promessa da Marvel é que o impacto seja comparável ao de Avengers: Disassembled de 2004. Olhando pra o que o Red Hulk faz nesse arco, dá pra entender o tamanho da afirmação.
Ross nunca foi apenas força bruta. É a mistura da raiva de um general obcecado com dominância e o ressentimento de décadas contra Banner que faz dele um vilão diferente. Agora, com essa versão turbinada em cena, os Vingadores vão precisar de mais do que músculo pra resolver isso.
Avengers: Armageddon #1 já está disponível pela Marvel Comics.



