Depois de arrastar multidão aos cinemas desde setembro, o novo Resident Evil bateu uma marca que nenhum filme da franquia tinha alcançado antes. O reboot dirigido por Zach Cregger chegou a 400 milhões de dólares em bilheteria mundial, somando 157,399 milhões vindos da América do Norte e 242,6 milhões do resto do mundo.

Com isso o filme ultrapassa Resident Evil: Capítulo Final, de 2016, que tinha fechado com 312 milhões de dólares globalmente e até agora segurava o título de maior bilheteria da saga. Isso considerando que a franquia já tem 24 anos de estrada e oito longas no currículo, então não é pouca coisa.

Resident Evil de Zach Cregger passa de 400 milhões de dólares no mundo
Imagem: Reprodução/Deadline

A façanha também entra para a história pessoal de Cregger. O diretor, que vinha de sucessos recentes como Noites Brutais e A Hora do Mal, viu seu Resident Evil ultrapassar os números dos dois filmes anteriores. Barbarian tinha feito 46 milhões de dólares mundialmente, enquanto A Hora do Mal, lançado em 2025, chegou a 270 milhões. Agora o zumbi gelado de Raccoon City é oficialmente o trabalho mais rentável da carreira dele.

O filme estreou em setembro com uma abertura de 60 milhões de dólares só nos Estados Unidos e 108 milhões considerando o mundo todo, já batendo o recorde de estreia da franquia. No Brasil a estreia aconteceu em 17 de setembro, exclusivamente nos cinemas, com Austin Abrams no papel principal de um entregador de materiais médicos que acaba preso num hospital durante um surto de criaturas infectadas em plena nevasca.

O orçamento de produção ficou em 75 milhões de dólares, o que significa que a Sony já está rindo à toa com o lucro gerado. E a corrida continua: segundo levantamento da Deadline, o filme está prestes a ultrapassar Backrooms na briga pela bilheteria global da semana, enquanto Clayface segue na liderança isolada com quase 23 milhões de dólares.