Lembra daquela polêmica toda quando saiu que o novo Resident Evil ia seguir mais o clima dos jogos do que a história e os personagens clássicos? Pois é, cara, parece que deu certo. O filme de Zach Cregger virou um fenômeno de bilheteria e tá deixando gente grande pra trás mundo afora.
Até agora o longa já passou de US$ 361,1 milhões em bilheteria mundial. Com isso, ele superou o recorde que pertencia a Resident Evil: O Capítulo Final, que tinha encerrado sua trajetória nos cinemas com US$ 314,1 milhões. Resultado: Resident Evil de Cregger é oficialmente o filme mais bem-sucedido financeiramente de toda a franquia.
E não para por aí. O sucesso também é pessoal pra Cregger, que viu seu Resident Evil superar o faturamento de A Hora do Mal, filme anterior dele, que fechou a carreira nos cinemas com 270 milhões de dólares.
Na comparação direta com outros nomes grandes do terror recente, Resident Evil também sai na frente. No marco de cinco fins de semana em cartaz, o filme já está à frente de Alien: Romulus, que fez 330 milhões de dólares, e de Backrooms, que chegou a 331 milhões. A única pedra no caminho ainda é Obsession, que no mesmo período tinha feito 287 milhões, mas acabou fechando a conta beeem mais alta depois, com 522,8 milhões no total.
A expectativa agora é que Resident Evil consiga chegar aos 400 milhões de dólares antes de sair de cartaz, o que faria o filme ultrapassar até Sinners, que parou em 370,4 milhões. Pode não alcançar os números finais de Backrooms ou Obsession, mas já é uma virada e tanto pra uma franquia que vinha de altos e baixos no cinema. Vale lembrar que o orçamento do filme foi de apenas 75 milhões de dólares, sem contar marketing, o que torna o retorno ainda mais gritante.
O elenco traz Austin Abrams como protagonista, ao lado de Paul Walter Hauser, Kali Reis e Zach Cherry. No Brasil, o filme estreou nos cinemas em 17 de setembro de 2026, um dia antes da estreia americana.
E o impacto não ficou só nas telonas. Depois da estreia do filme, as vendas de Resident Evil 2 Remake no PS5 subiram mais de 50%, mostrando que o hype do cinema voltou pros jogos também. Prova de que, mesmo mudando a fórmula clássica, Cregger conseguiu reacender o interesse pela franquia dos dois lados, tela e controle.



