A RedOctane publicou uma nota direta para a comunidade do Stage Tour depois que muita gente começou a questionar como as licenças musicais do jogo funcionariam na prática. A preocupação era legítima — jogos de ritmo têm um histórico horrível de remover músicas sem aviso, e ninguém quer pagar por uma faixa que some do catálogo meses depois.
A resposta da empresa foi bem clara: qualquer conteúdo lançado foi pensado para ficar no jogo de forma permanente, alinhado com os acordos feitos com os parceiros de licenciamento. Ou seja, sem DLC de tempo limitado e sem aquela pressão artificial pra você comprar agora ou perder pra sempre. Os eventos ficam disponíveis para compra enquanto a licença da música associada estiver ativa — e as licenças, por padrão, são de longo prazo.
O ponto que mais acalmou a galera foi o seguinte: se você já comprou um evento e aquela licença eventualmente expirar, o conteúdo continua seu. Você mantém tudo e pode continuar jogando normalmente. A RedOctane foi direta e disse que o Stage Tour não foi construído com base em DLC de tempo limitado ou FOMO fabricado.
Outro assunto que apareceu bastante nos comentários foi a possibilidade de um modelo de assinatura. A equipe explicou que esse formato exigiria uma base de jogadores muito maior e envolveria muito mais do que simplesmente liberar acesso às músicas. Por enquanto, não está nos planos — mas a empresa não descartou completamente a ideia para o futuro.
O Stage Tour chega em 10 de dezembro de 2026 para PS5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PC, trazendo mais de 90 músicas licenciadas de seis décadas de rock e pop, com nomes como Metallica, The Rolling Stones, Red Hot Chili Peppers, Slipknot e Paramore no setlist.



