Moana chegou às telonas de novo — dessa vez em carne e osso. O live-action da Disney estreou ontem, 8 de julho, nos cinemas brasileiros, com Catherine Laga'aia no papel da protagonista e Dwayne Johnson de volta como o semideus Maui.
O elenco ainda conta com John Tui como o Chefe Tui, Frankie Adams como Sina e Rena Owen como Gramma Tala.
O que a crítica está dizendo
As primeiras impressões já saíram e o consenso não é dos mais animadores. O problema central que aparece em praticamente todas as análises é o mesmo: o filme é uma cópia quase fiel do original, sem oferecer nada de novo para quem já viu a animação de 2016.
Um dos críticos resumiu bem: "captura algo da magia do original nas cenas musicais, mas o resto nunca encontra o tom certo." Outros foram mais diretos, chamando o filme de um remake "plano por plano, linha por linha" que não tem uma única ideia original.
Não é um desastre total — a maioria concorda que Catherine Laga'aia é inocente no jogo e que as músicas continuam funcionando. Mas quando a comparação inevitável com a animação chega, o live-action sai perdendo.
As expectativas de bilheteria
Enquanto a crítica debate, os analistas olham para os números. A projeção para o fim de semana de estreia nos EUA é de US$ 85 milhões no mercado doméstico, com mais US$ 70 a 75 milhões no mercado internacional.
Para ter uma ideia do tamanho do desafio: Moana 2, em 2024, arrecadou US$ 1 bilhão mundialmente. O original de 2016 fez US$ 643 milhões. O live-action vai precisar de muito público disposto a ver a mesma história pela terceira vez para chegar perto desses números.
Vale o ingresso?
Se você nunca assistiu ao Moana original, pode ser uma boa entrada. As músicas estão lá, a história funciona e a atuação de Laga'aia foi bem recebida. Mas se você cresceu amando a animação, a pergunta honesta é: por que não revisitar o original no Disney+?



