Sete anos de espera. Star Wars finalmente voltou ao cinema — e o resultado do fim de semana de estreia já está dando o que falar.
Star Wars: O Mandaloriano e Grogu estreou em 22 de maio e arrecadou US$ 100 milhões no mercado doméstico americano durante o fim de semana do Memorial Day — o equivalente a US$ 163 milhões globalmente, com US$ 63 milhões vindos de mercados internacionais. O filme esteve em número 1 em todos os mercados da Europa.
O que é o filme
Dirigido por Jon Favreau e coescrito com Dave Filoni e Noah Kloor, o longa continua diretamente após a terceira temporada da série do Disney+. Din Djarin e Grogu tentam resgatar Rotta the Hutt — filho musculoso de Jabba — das garras de um implacável senhor da guerra. O elenco reúne Pedro Pascal, Sigourney Weaver como a Coronel Ward da Nova República, Jeremy Allen White como Rotta the Hutt e Jonny Coyne como o vilão principal. A trilha sonora é assinada por Ludwig Göransson.
O que a crítica achou
A recepção ficou dividida. O filme está em 61% no Rotten Tomatoes — abaixo do esperado para um retorno tão aguardado. Os elogios foram para a ação, o humor e o coração emocional da relação entre Mando e Grogu. As críticas apontam que o filme "se parece com uma temporada abreviada da série de TV" — mais episódico do que cinematográfico.
O público foi mais generoso: nota A- no CinemaScore, com 63% dos ingressos vendidos para homens e 75% para maiores de 25 anos.
Uma abertura modesta — mas não um desastre
Os números ficaram próximos de Solo: A Star Wars Story (2018), que também estreou no Memorial Day com US$ 103 milhões domésticos — e foi considerado um fracasso comercial. A diferença é que O Mandaloriano e Grogu custou apenas US$ 165 milhões para ser produzido, tornando a equação financeira mais favorável.
Analistas de bilheteria apontam que o segundo fim de semana será o verdadeiro teste: se o filme segurar bem o público, pode indicar que Star Wars ainda tem tração nas telonas. Se cair forte, a Lucasfilm vai ter muito para refletir.
Por enquanto, a galáxia muito, muito distante está de volta — e o universo ainda vai decidir se veio para ficar.



