Depois de meses de especulação da galera, a Nintendo finalmente contou quem tá por trás do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. E o nome que mais rolava nos fóruns nem bateu.
A empresa divulgou um novo episódio do Ask the Developer trazendo o produtor histórico da franquia, Eiji Aonuma, junto com vários integrantes do Nintendo Entertainment Planning & Development Production Group No. 3, time que cuida dos Zelda principais. Ou seja, quem fez esse remake foi o pessoal de carteirinha da série, e não uma desenvolvedora terceirizada como muita gente imaginava.

O motivo de tanta especulação é simples. A Grezzo, estúdio japonês que já fez os remakes de Ocarina of Time e Majora's Mask pro 3DS, além do remake de Link's Awakening no Switch, era a aposta mais forte dos fãs. A empresa também participou do desenvolvimento de Echoes of Wisdom ao lado da própria EPD, o que deixava tudo ainda mais parecido. Monolith Soft também entrou na lista de suspeitos por causa do histórico de colaborações com a franquia.
Só que dessa vez a Nintendo resolveu manter o projeto dentro de casa, com o time que cuida dos jogos principais de Zelda tocando o remake do zero pro Switch 2. É a prova de que a empresa quis ter controle total sobre como esse clássico de 1998 seria reconstruído, sem terceirizar a responsabilidade pra outro estúdio.

O remake chega ao Nintendo Switch 2 nesta quinta-feira, dia 5 de novembro, como parte das comemorações dos 40 anos da franquia The Legend of Zelda. A versão brasileira já tem até dublagem completa em português, com gráficos refeitos, câmera e controles atualizados, além de trilha sonora orquestrada. No Brasil, a edição digital sai por R$ 329,90 e a física, que já esgotou na pré-venda, custava R$ 439.
Resolvido o mistério de quem fez o jogo, agora é só esperar a quinta-feira chegar pra conferir se o resultado faz jus à expectativa de quem cresceu jogando o original no Nintendo 64.



