A Konami está apostando alto com Silent Hill: Townfall, e a escolha mais polêmica já veio antes de qualquer gameplay: o jogo não se passa na Silent Hill de sempre. A cidade americana que deu nome à franquia fica de fora mais uma vez, e os fãs estão bem divididos com isso.

Dessa vez o cenário é a Escócia. Mais especificamente, a fictícia St. Amelia, uma ilha de pescadores na costa norte do país, inspirada na vila real de St Monans. A ideia é do estúdio escocês Screen Burn — anteriormente chamado de No Code — que usou a própria terra natal como palco para o horror psicológico da franquia.

A reação da comunidade foi, digamos, mista. Tem quem esteja animado com a ambientação costeira e com a névoa que a Escócia oferece naturalmente — literalmente perfeita pra uma história de Silent Hill. Outros, porém, sentem falta da cidade original e questionam o que é Silent Hill sem Silent Hill.

O jogo acompanha Simon Ordell, que acorda em St. Amelia sem entender bem o que está fazendo ali. A câmera é em primeira pessoa, ele pode usar pedaços de madeira e canos pra se defender, mas também pode se esconder dos inimigos. O detalhe mais interessante é o CRTV, um dispositivo portátil que Simon carrega e que ajuda a detectar criaturas próximas — tudo com aquela estética de tecnologia analógica velha que a Screen Burn adora explorar.

Silent Hill: Townfall está confirmado para 24 de setembro de 2026, chegando exclusivamente para PS5 e PC via Steam e Epic Games Store, pelo preço de US$ 49,99.